terça-feira, 21 de agosto de 2012

Cultura Pop - O Espetacular Homem Aranha - Critica


Após ser picado por uma aranha radioativa, o franzino Peter Parker recebe a força e a agilidade proporcionais às de uma aranha, além de um sentido que permite fazê-lo pressentir o perigo. História, criada por Stan Lee e Steve Ditko no início da década de 1960, reside em um Jovem Nerd, extremamente impopular no colégio, alvo de bullies, e sem as ferramentas sociais que lhe valeriam uma namorada, amigos ou um lugar no grupo.
Parker , passa a ter que equilibrar sua vida pessoal com o seu alter-ego, o Homem-Aranha, prejudicando ambas as identidades. Não estuda direito, não é um herói direito, não tem dinheiro, mas adquire confiança, não abaixa a cabeça e sabe o que deve ser feito, buscando um futuro melhor não apenas para si, mas para o mundo em que está inserido.
Esse Peter Parker é o espelho da adolescência idealista, que enfrenta confusões e mudanças, um personagem que resiste ao teste do tempo sem grandes alterações há 50 anos.

Aqui começa a história do nosso Herói Aracnídeo, 10 anos se passaram, desde o primeiro filme do Herói, protagonizados por Tobey Maguire em 2002, superando todas as expectativas dos fãs, em efeitos especiais, história comédia, e ação no tempo certo. Hoje temos o Reboot, da franquia, pois por causa de uma discussão do diretor (Sam Raimini) da trilogia original, com a Sony, decidiu sair da produção de o homem aranha, levando consigo, todo o elenco tradicional, conhecido e amado por todos, nesta nova versão o Diretor Mark Web (500 Dias com ela), produção muito boa, diálogos muito bem elaborados, mas no entanto o filme deixou a desejar, em alguns pontos.

1 A trilha sonora do filme – Lembro-me muito bem de quando criança ao ver o 1 filme do homem aranha, a trilha sonora, foi bem impactante, pois pela Trilha sonora, a musica que se passa nas cenas  de ação, deixa o filme mais emocionante para quem o assiste. Já imaginou, assistir ao filme do Superman, sem aquela famosa Música? Então, não seria a mesma coisa.

2 O Rosto do Lagarto – que apesar de ter sido muito bem adaptado, não considero-o digno do nome, pois as expressões estavam meio que muito humanas.

Focando-se somente no filme, deixando de lado o fã de longa data, a experiência do começo do longa é até agradável, Mesmo não sendo o que geralmente conhecemos, das Hqs, e da trilogia, os personagens são ótimos, Mas o roteiro remendado de Alvin Sargent, James Vanderbilt e Steve Kloves exige uma carga extra de suspensão de descrença (maior do que acreditar que alguém vira uma aranha-humana ao ser picado) quando entram os elemento super-heróicos.

A ciência, afinal, tem seus mistérios - e é poético e inspirador imaginar o que não sabemos o que existe além da próxima esquina -, mas não dá pra aceitar que Gwen Stacy, uma mera estudante colegial de 17 anos, por mais brilhante que seja (e não vemos provas desse brilhantismo em momento algum), seja uma superestagiária-chefe em um dos maiores laboratórios de pesquisa do mundo, cheia de responsabilidades que serão a chave para a resolução da trama.

 A história, portanto, depende demais de coincidências convenientes para se manter em pé. Acompanhe: o pai de Peter está relacionado ao cientista Curt Connors, que por sua vez é chefe de Gwen Stacy, que estuda na mesma classe de Peter, que encontra a pasta de seu pai que contém documentos indispensáveis à pesquisa de Connors, na qual Gwen trabalha ativamente. Criando uma Teia, que liga todos os personagens, assim como foi feito em o Homem Aranha 3, quando descobrimos que na verdade quem atirou no tio do Peter, foi o Flint Marko, que se tornou o homem arreia.

O filme deixa a desejar futuramente, assim como a trilogia do Baman Begins de Chritopher Nolan, em que o processo de desenvolvimento do herói está relacionado aos seus futuros inimigos. Acertaram em Cheio nos efeitos especiais, a Pancadaría entre homem aranha e Lagarto, estavam Definitivamente Proporcionais, assim como em os vingadores, As cenas de Destruição, estavam perfeitas, dignas de serem reconhecidas,reconheço que o espetacular homem aranha tem
produção competentíssima, as cenas noturnas, são bastante nítidas e que busca usar a técnica de maneiras pouco vistas no cinema estereoscópico, como em sequências em primeira pessoa (pena que a trilhanão acompanhe...quando o filme acaba, nem sabemos qual era a musica de ação) Nesse sentido, o resultado é ótimo e a ação empolga em vários momentos, com a caracterização do personagem em termos físicos mais fiel aos quadrinhos já vista nas telas. O herói se balança com leveza, assumindo posições e saltos típicos das HQs, um equilíbrio decente e satisfatório para a mal-desenvolvida história.
 Por : Josué Calixto

terça-feira, 17 de julho de 2012

Universidades federais entram no 3º mês de greve com recorde de adesão


    A greve de professores das universidades e institutos federais completa dois meses nesta terça-feira (17) com a maior adesão já registrada pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes). Até a segunda-feira (16), 57 das 59 universidades estavam paradas, além dos 37 institutos e centros de educação tecnológica, que incluem o Colégio Pedro II. 
        De acordo com a primeira-secretária da entidade, Marina Barbosa, a categoria já esteve paralisada por mais tempo no passado, mas nunca com esse alcance. "É o maior número de adesões tanto de instituições quanto de professores", afirmou.
Os servidores das instituições deflagraram uma greve em 11 de junho, como parte do movimento nacional de paralisação dos servidores federais. Em algumas universidades, estudantes já estavam em greve, como é o caso da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), ou decidiram parar as atividades em apoio aos funcionários das duas categorias. A adesão varia em cada instituição, e algumas, como as federais na Paraíba, já admitem mudanças no calendário acadêmico e a possibilidade de que o ano letivo de 2012 só termine nos primeiros meses de 2013.
      Na Federal do ABC (UFABC), o calendário é dividido em três quadrimestres e, portanto, os estudantes deveriam estar em aulas neste mês. A greve de professores, porém, começou em 5 de junho e paralisou todas as aulas de graduação, apesar de alunos reclamarem que alguns professores estão pedindo listas de presença e de exercícios.
        As últimas instituições a aderirem à greve foram a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), no dia 10 de julho. Apenas a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e a Universidade Federal de Itajubá (Unifei) não tiveram votação em assembleias favorável à paralisação.

Reação dos sindicatos
Na noite de domingo (15), o Comando Nacional de Greve do Andes enviou uma análise técnica e política da proposta do governo aos sindicatos locais ligados à entidade. A indicação do comando é que os docentes rejeitem a proposta e 'radicalizem' as ações de greve.

Nem todos os sindicatos locais, porém, devem seguir a mesma indicação. De acordo com Eduardo Rolim, presidente da Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes), que também participou da negociação na sexta, a posição da entidade é que alguns pontos da proposta dialogam com as reivindicações defendidas por ela e que, nos pontos divergentes, ainda há espaço para a negociação.
"Nossa orientação é que esta semana é para intensificar processo de negociação em Brasília, mas cada sindicato tem autonomia para realizar assembleia", afirmou Rolim.
Ele afirmou que 13 universidades e institutos de oito estados têm professores ligados a sindicatos filiados ao Proifes, e que a federação tem ainda o Proifes-Sindicato, com núcleos em instituições em todos os estados do Brasil. De acordo com Rolim, os professores ligados ao Profis só aderiram à greve após a realização de plebiscitos que consultaram milhares de docentes da base sindical.
Reação ao Reuni
Para Marina, do Andes, a bandeira da reestruturação da carreira é antiga. Mas, segundo a professora, que trabalha no curso de serviço social na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e presidiu o sindicato nacional entre 2010 e o dia 21 de junho deste ano, a mobilização se tornou mais intensa depois da implantação do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) do Ministério da Educação.

Entre 2002 e 2010, de acordo com dados do MEC, o número de campi das universidades e institutos pulou de 288 em 234 municípios para 628 campi em 551 cidades. A previsão até 2014 é de criar 255 novos campi --208 deles de institutos federais-- em 247 cidades.
A expansão, segundo Marina, foi feita "de modo irresponsável sem qualidade" e o resultado foi "uma condição insuportável da situação" dentro das instituições. "A força dessa greve é que chegamos num limite dentro das instituições, a carreira desestruturada gerou insatisfação e não foi possível mais segurar uma reação."
Otimismo pelo fim da greve
Amaros Lins, da Secretaria de Educação Superior (Sesu), afirmou, em entrevista ao G1, que os elementos principais da proposta do plano de carreira são a formação docente, a dedicação exclusiva e a avaliação do desempenho. “Quando leio o comunicado do Andes sinto que eles não entenderam bem a proposta. Nem o MEC nem a comunidade acadêmica abrem mão da qualidade na universidade.” Para o secretário, não tem como haver progressão da carreira apenas pelo tempo de atuação nas instituições.

De acordo com o secretário, o objetivo do plano de carreira apresentado na sexta-feira (13) é tornar a carreira mais atraente para novos estudantes e reconhecer o trabalho desenvolvido pelos mais experientes, valorizando o doutorado. "A mensagem é para o professor investir na formação. Queremos dizer: 'vale a pena investir na carreira a longo prazo'."
Lins afirmou que tem recebido retornos positivos de professores e reitores e está "otimista" para que haja uma breve resolução do impasse. "Precisamos retomar as atividades nas universidades e minimizar os prejuízos. Cada universidade fará seu calendário de reposição, mas com tranquilidade. Estamos otimistas."
Lista de instituições federais de ensino em greve em 16 dejulho (Foto: Editoria de Arte/G1)

segunda-feira, 9 de julho de 2012

MEC poderá detectar intervenção na UFPI


MEC PODE DECRETAR INTERVENÇÃO NA UFPI


UFPI - Parnaíba
O Ministério da Educação poderá intervir na Universidade Federal do Piauí (UFPI) e nomear um reitor pro tempore (por tempo determinado), caso não haja eleição para reitor. É que, o mandato do atual reitor Luiz Jr. acaba em 3 de outubro e  o regulamento do MEC para as Universidades Federais diz que a lista tríplice contendo os nomes para apreciação do ministro deve ser entregue 60 dias antes da posse. Sendo assim, no caso do Piauí essa lista deveria ser enviada dia 3 de agosto. Mas como não houve eleição e, considerando o tempo praticamente esgotado para todo esse procedimento, o destino da FUFPI é cair nas  mãos de um interventor de livre escolha do ministro.  A função do reitor pro tempore, além de administrar a instituição com plenos poderes, é realizar o pleito num prazo de 90 a 120 dias.
ENTENDA O CASO
A eleição para reitor da Universidade Federal do Piauí seria 3 de maio. Mas, em  virtude da greve dos professores, um dos candidatos, o professor Kilpatric foi a Justiça e conseguiu suspender o pleito.
NOMEAÇÃO
Após a eleição, diz a regra do MEC que, os três candidatos mais votados formarão a lista tríplice a ser encaminhada ao Ministério da Educação até o dia 3 de agosto, ou seja, 60 dias antes do término do mandato do atual gestor, a fim de que, haja a formação da nova equipe e a consequente transição administrativa.
NÃO É A PRIMEIRA VEZ
Confirmada a intervenção com a nomeação do reitor pro tempore, essa não será a primeira vez. Quando foi fundada em 1971, a FUFPI  foi dirigida por um reitor pro tempo e os cinco outros que lhe sucederam também estiveram na mesma situação.
Por Pedro Alcântara

sábado, 7 de julho de 2012

Governo Federal manda cortar o ponto de servidores federais em greve


A presidente Dilma manda cortar o ponto de servidores federais em greve


O governo vai cortar o ponto dos servidores federais em greve. A Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Planejamento confirmou a expedição da ordem da Secretaria de Relações de Trabalho do ministério a todos os gestores de recursos humanos do governo federal.
O governo disse que as negociações com os servidores não serão interrompidas, pois trabalha com uma data limite de 31 de julho para concluir os estudos sobre a possibilidade de conceder o reajuste salarial, embora considere que o prazo final é 31 de agosto, data final para enviar o projeto do Orçamento para 2013 ao Congresso Nacional. 
Os servidores do Executivo reivindicam, principalmente, equiparação de salário e benefícios com os servidores do Legislativo e Judiciário.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Empresa paga parte dos atrasados aos trabalhadores do RU da UFPI


Após a paralisação de advertência nesta segunda-feira (25), a empresa AFG Construções e Serviços efetuou o pagamento de parte dos débitos aos trabalhadores do Restaurante Universitário (RU) do campus da Universidade Federal do Piauí (UFPI) em Parnaíba.
Foram pagos os salários em atraso, no entanto a prestadora de serviço ainda deve aos funcionários duas parcelas de vales transporte e tickets alimentação. A AFG se comprometeu a quitar todos os vencimentos em questão até a próxima quinta-feira (28).
A categoria voltou ao trabalho, mas promete realizar nova paralisação na sexta-feira (29) caso a empresa descumpra o acordo. A secretaria administrativa da UFPI informou está em dias com os repasses à AFG e que, por conta disso, não há movido para atrasos.
Daniel Saturnino do Proparnaiba.com

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Cultura Pop - Os Vingadores - Critica !


 Houve um dia como nenhum outro, em que fãs de quadrinhos e de cinema enfim puderam ver o maior filme adaptado de uma HQ de super-heróis já feito. Essa frase, por muitos anos, se referia ao Superman de 1978, mas agora ela ganhou novo sentido, pois Os Vingadores (The Avengers) enfim estreou.

 Tudo o que o Marvel Studios fez até hoje foi para chegar aqui. Ou seja, responsabilidade de sobra, algo que o diretor e roteirista Joss Whedon acabou tirando de letra. Algumas pessoas podem até ter se surpreendido, mas quem conhece o trabalho de Whedon sabe que ele sempre teve o dom de equilibrar diversos personagens em histórias de ação, drama e bom humor. Claro, ele nunca tinha feito isso com tanta verba disponível.

 



Após 7 longas semanas de espera, finalmente, assistí os Vingadores no Cinema Parnaíbano, a pesar da demora, valeu a pena esperar ver, este grandioso filme na telona, e não por downloads ilegais gravados por cameras dentro do cinema.

Nada se compara com a emoção de ver seus heróis preferidos ganharem vida, para as telonas, tudo começou quando a Marvel anunciou o Longa-metragem em abril de 2005 e faz parte do chamado "Marvel Cinematic Universe" - um universo ficcional compartilhado por filmes independentes produzidos pela Marvel Studios, como Homem de Ferro(2008), O Incrivel Hulk(2008),Homem de Ferro 2(2010), Thor (2011) e Capitão América: O Primeiro Vingador (2011).



O filme tem quebrado recordes desde que chegou aos cinemas. A estréia nos EUA de Os Vingadores foi a maior da história, desbancando o campeão anterior, Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2, arrecadando mais de 200 milhões de dólares. Internacionalmente, o filme da Marvel já arrecadou mais de 1 bilhão de dólares, tendo sido beneficiado pelas salas 3D.  

Logo na primeira semana de estréia, o filme arrecadou só no Brasil 21,7 milhões de reais, e no Reino Unido 178,4 milhões de dólares.

Apesar do sucesso do filme, houve críticas a uma cena, na qual Thor diz que Loki, é na verdade filho adotivo. O momento, que deveria ser uma piada, foi entendido para alguns como uma crítica a filhos adotivos. Alguns pais de filhos adotivos e adotados decidiram entrar na justiça para exigir desculpas dos produtores por causa da cena




O filme conta a hitória de, quando Loki o irmão de Thor, vem para a terra na tentavida de dominar a humanidade, mas para isso, ele usa o Cubo Cósmico ou tesseract como chamado no Filme, peça essa de Asgard, Lugar onde vive Thor , que viajou atravéz do tempo, da época do Capitão América até o Presente, contendo o poder de mostrar o que há além do universo, sem falar do incontável poder que ele possui.

Ao chegar na terra, loki causa um caos, levando assim Nick Fury, Diretor da SHIELD, que é a organização secreta que cuida de juntar cada um de nossos Heróis.



No inicio, muitos se perguntaram o por que de Thor, Capitão américa, Homem de Ferro, Hulk, Lutarem entre sí, mas no Universo marvel, sempre foi assim, para se entenderem, ouve sempre  um bom quebra-pau, entre les, para chegar á um entendimento.

Cada cena, foi bem planejada no filme, agora a preocupação de Muitos fãs, antes do lançamento, foi com relação da divisão das cenas com cada herói, se ficaría focado, mais em um ou em outro,ma so diretor Joss Whedon, consegiu fazer perfeitamente bém, a ação, a fotografia da cena, a Comédia, tudo exatamente no momento Certo, deixando assim o Filme com a Sincronia Perfeita, para qualquer fã Elogiar.



Muito antes do Lançamento o Joss Whedon, anunciou, que havia feito um Filme Para os fãs, isso já deixou muitos entusiasmados para assistirem, pois antes da cronologia Marvel para o Cinema, alguns filmes de Super-Heróis não ficaram tão bons quanto o esperado.

Os Vingadores recebeu avaliações positivas dos críticos.  Vários sites deram sua nota sobre o filme: os sites O Globo, Omelete, Gazeta do Povo e outros mais, deram uma nota de cinco estrelas, o filme, enquanto sites como Cineclick, Cineweb e Cinepop deram notas inferiores em relação às primeiras.

 


 Muitos Comentários de pessoas, que não conhecem o universo marvel, criticaram, pela falta do homem aranha no filme, entre outros heróis, que fazem parte da Marvel, e dos Vingadores, mas seus membros fundadores são Thor, Homem de Ferro,Vespa, Homem-Formiga e Hulk; o Capitão América foi o primeiro membro recrutado, só que essa formaçaõ nem sempre foi a mesma, qualquer heróis da Marvel pode fazer parte dos vingadores, em algumas histórias do grupo, tem-se a participação do Homem aranha, Wolverine, entre outros.

A Franquia de os vingadores está ficando Cada vez Maior, pois da mesma forma que este chegou aos cinemas, o 2 filme está prestes a vir, em um futuro breve, mas para isso, será preciso outros filmes para interligar-los aos vingadores e Apresentar novos personagens.

Agora, cabe a cada fã de os vingadores, ficar imaginando, especulando qual será o próximo a entrar no grupo, quem sabe no proximo filme não vemos o Homem Aranha ?

No momento, contenhamo-nos com este filme que aqui nos foi apresentado, e basta esperar a estréia dos próximos titulos da Marvel, e ver no que vai dar.



Por : Josué Calixto.

Curiosidades - Bicicleta Destói para-choque de carro


A foto acima — publicada no perfil de Marchettino, no Facebook — mostra que o para-choque de um carro foi “cortado” ao bater na roda de uma bicicleta. Levando-se em consideração o estado da roda, é possível afirmar que o impacto foi baixo, fazendo com que a deformação da peça do veículo seja espantosa.

Antigamente, o para-choque dos carros era feitos com uma barra de metal, de forma que ela sofresse o impacto no caso de acidentes. No entanto, elas não deformavam facilmente e grande parte do choque continuava a passar diretamente para o resto do veículo.

 

Para melhorar a proteção, o metal de algumas partes da estrutura foi substituído por uma liga de plástico, que é mais flexível e mais eficiente em preservar todo o automóvel. Mas, vendo a foto, fica a questão: os carros atuais são mais seguros do que os antigos?

Alguns vídeos postados no YouTube mostram testes de impacto entre carros de gerações diferentes. Neles, os modelos mais recentes apresentam uma resistência maior, garantindo a segurança do motorista.

Depois de conferir o vídeo e a foto, qual a sua opinião?

Fontes: Marchettino e Jalopnik


sábado, 9 de junho de 2012

Faculdade de Medicina: MEC autoriza 80 vagas Campus Parnaíba


O Ministério da Educação (MEC) publicou na edição desta sexta-feira do Diário Oficial da União autorização para que 24 universidades federais (três delas ainda serão criadas) ampliem o número de vagas em seus cursos de medicina.
  Em algumas instituições, os cursos ainda não existem, mas agora têm permissão para funcionar.

A medida faz parte do projeto do MEC de criar 2.415 vagas em medicina no país até o fim de 2013. O plano foi detalhado pelo ministro Aloizio Mercadante no início desta semana. Do total, 1.615 vagas serão alocadas nas instituições federais contempladas na portaria desta sexta-feira. Outras 800 ficarão em escolas privadas. Parte delas deve ser aberta no segundo semestre deste ano.

A maior quantidade de vagas será destinada à região Nordeste: 775. Em seguida, estão Norte (310), Centro-Oeste (270), Sudeste (220) e Sul (40). Segundo Mercadante, a relação de 1,8 médico por 1.000 habitantes no Brasil é insuficiente para o atendimento das necessidades do país e é inferior às taxas registradas por outras nações. No Uruguai, por exemplo, o índice é de 3,7 e, na Espanha, de 4.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) criticou os planos no MEC. O órgão afirma que escassez de médicos não é o problema da medicina no Brasil, mas, sim, a má distribuição dos profissionais pelo território nacional. O CFM também atacou a má qualidade de muitos cursos oferecidos no país, que funcionam sob supervisão do MEC.

Confira as universidades autorizadas a ampliar o número de vagas:

Região Norte
Universidade Federal do Amazonas (Ufam) – Campus Manaus: 48 vagas
Universidade Federal do Amazonas (Ufam) – Campus Coari: 80 vagas
Universidade Federal do Acre (Ufac) – Campus Rio Branco: 40 vagas
Universidade Federal do Amapá (Unifap) – Campus Macapá: 30 vagas
Universidade Federal de Roraima (UFRR) – Campus Boa Vista: 52 vagas
Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) – Campus Marabá: 60 vagas (universidade nova)

Região Nordeste 
Universidade Federal do Maranhã (UFMA) – Campus São Luiz: 40 vagas
Universidade Federal do Maranhã (UFMA) – Campus Imperatriz: 80 vagas
Universidade Federal do Maranhão (UFMA) – Pinheiro: 40 vagas
Universidade Federal do Piauí (UFPI) – Campus Teresina: 40 vagas
Universidade Federal do Piauí (UFPI) – Campus Parnaíba: 80 vagas 

Universidade Federal da Paraíba (UFPB) – Campus João Pessoa: 25 vagas
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) – Campus Caruaru: 80 vagas
Universidade Federal de Alagoas (UFAL) – Campus Maceió: 20 vagas
Universidade Federal de Alagoas (UFAL) – Campus Arapiraca: 60 vagas
Universidade Federal de Sergipe (UFS) – Campus Lagarto: 10 vagas
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (RN) – Campus Caico: 40 vagas
Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) – Campus Paulo Afonso: 40 vagas
Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) – Campus Santo Ant. Jesus: 60 vagas
Universidade Federal do Oeste da Bahia (Unifoba) – Campus Barreiras: 80 vagas (universidade nova)
Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufesba) – Campus Itabuna: 80 vagas (universidade nova)
fonte: proparnaiba.com

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Advogada morre em acidente na BR 343




         A advogada Adelina Marcela de Carvalho Araújo, (Dila Marcela), de 29 anos, faleceu em acidente no trecho da BR-343, próximo ao monumento da Batalha do Jenipapo (a cerca de 500 m de distância). Ela estava indo no caminho Teresina - Piripiri, onde passaria o feriadão com a família.
         A vítima dirigia um Fiat Siena de cor preta. Era natural de Piripiri e filha do empresário do ramo de bombas para poços tubulares daquela cidade, conhecido como Mendes. Adelina perdeu o controle antes de uma curva, desceu o aterro, bateu numa rampa próximo a uma residência, e o veículo 'voou'. 
         Dila Marcela era formada em Direito pela FAP e foi casada com Lauro Antonio Pio. Dila deixa uma filha.
Fonte: 180graus

terça-feira, 5 de junho de 2012

Greve de professores nas instituições federais afeta mais de 1 milhão de alunos, completa 20 dias



A greve dos professores das universidades federais chega nesta terça-feira (5) ao seu 20º dia longe de um acordo entre o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) e o governo federal. A greve começou em 17 de maio, e atualmente professores de 49 instituições federais de ensino superior paralisaram as atividades: 46 universidades (cerca de 80% do total) e três dos 40 institutos ou centros federais de educação tecnológica, segundo dados do MEC, estão parcial ou totalmente parados.
Estudantes de 19 das 46 universidades também entraram em greve para pedir melhores condições de ensino. Segundo a Andes, a greve afeta mais de 1 milhão de alunos.
Nesta terça-feira (6), os professores programaram uma grande marcha na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, para reivindicar maior atenção do governo ao movimento. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse que todos os acordos firmados em 2011 com os professores universitários da rede federal foram cumpridos pelo governo e, nesse cenário, não vê justificativa para uma greve da categoria neste momento.
A categoria pleiteia carreira única com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis a partir do piso para regime de 20 horas correspondente ao salário mínimo do Dieese (atualmente calculado em R$ 2.329,35), e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho.
Os professores também reclamam da política de expansão das universidades federais feitas pelo governo através do programa Reuni. Segundo a Andes, a expansão foi feita às pressas e provocou a queda das condições de trabalho, com salas lotadas, excesso de disciplinas e de orientações na graduação e na pós-graduação, ausência de laboratórios e estrutura para pesquisa e extensão, e de uma política efetiva de assistência estudantil.
Veja abaixo as 49 universidades em greve e com suas respectivas associações de docentes.


VEJA A POSIÇÃO DA UNIVERSIDADE E DOS PROFESSORES DAS 49 INSTITUIÇÕES FEDERAIS EM GREVE
UF
Instituição
Posição da universidade
Posição do sindicato de professores
AC
Universidade Federal do Acre (Ufac)
Segundo a assessoria de imprensa da Ufac, 100% dos professores aderiram ao movimento. De acordo com a instituição, cerca de 8 mil estudantes estão sem aula.
.
Segundo a Associação de Docentes da Ufac (Adufac), 95% dos cerca de 600 professores paralisaram totalmente as atividades desde 21 de maio. O sindicato reinvindica a contratação professores efetivos, principalmente no Colégio de Aplicação da Ufac, melhoria na infra-estrutura de salas de aula, laboratório, museus e da manutenção dos banheiros, melhores condições de permanência estudantil (atualmente, apenas 10% dos estudantes recebem bolsa), compra de livros para a biblioteca.
AL
Universidade Federal de Alagoas (Ufal)
A universidade está em greve desde o dia 17 de maio. A Ufal reconhece o movimento dos 1.500 professores. O Conselho Universitário acatou a decisão de suspensão de todas as atividades de ensino.
Segundo a Associação dos Docentes da Ufal , a greve tem adesão 100% dos docentes. Além das reinvindicações do sindicato nacional, a associação luta pela não privatização do Hospital Universitário.
AM
Universidade Federal do Amazonas (Ufam)
De acordo a reitoria da Ufam, mais de 28 mil estudantes foram afetados pela greve (o número inclui os alunos da capital e dos municípios do interior). A reitora, professora Márcia Perales, declarou o apoio aos docentes e enfatizou sobre a legitimidade do movimento. “As reivindicações dos docentes são justas e trarão ganhos a uma categoria muito importante para o futuro de uma nação”.
 
Oficialmente, 100% do corpo docente da Universidade Federal do Amazonas deveria estar em greve, contudo há um ou outro professor que fura o movimento, segundo a Associação dos Docentes da Universidade Federal do Amazonas (Adua). Além das reinvidicações nacionais, o corpo de docentes e demais funcionários reinvidicam melhorias na infraestrutura da universidade. Segundo a Adua, a instituição carece de laboratórios, acervo nas bibliotecas e condições sanitárias basicas.
 
AP
Universidade Federal do Amapá (Ufap)
O G1 entrou em contato com a reitoria da universidade mas ainda não obteve retorno.
O G1 não conseguiu contato com o Sindicato dos Docentes da Universidade Federal do Amapá (Sindufap).
BA
Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)
A greve atinge 100 % do corpo docente. A UFRB possui 7.500 estudantes, que estão sem atividades de ensino. Existe um consenso na comunidade acadêmica de que os docentes precisam de uma nova carreira e um novo patamar de salários. "Nós apoiamos integralmente essas reivindicações dos docentes", diz o reitor Paulo Gabriel Nacif. "Não temos dúvidas que o Governo Federal concorda que temos a necessidade de avançar nessa questão para efetivamente consolidarmos o processo em curso de expansão e interiorização da educação superior federal."
 
Os docentes reclamam de problema de climatização em alguns centros (salas muito quentes, sem ar condicionado). Também reivindicam conclusões de obras que atualmente estão paralisadas, especialmente de laboratórios e do hospital veterinário. Indicam ainda ausência de hospital para direcionar a demanda dos cursos de Enfermagem e Nutrição. Por fim, entre os pontos principais, também há a questão da “falta de local adequado para estágio” – hoje estudantes são dirigidos para unidades de saúde em Salvador e em Feira de Santana.
BA/PE
Universidade do Vale do São Francisco (Univasf)
 Mais de 95% dos 393 professores aderem ao movimento. A Univasf possui 4.599 alunos matriculados. A reitoria se diz "sensível à pauta de reivindicações dos docentes, inclusive, o Conselho Universitário (Conuni), órgão deliberativo e consultivo máximo da instituição, aprovou moção de apoio às reivindicações dos professores da Rede Federal de Educação Superior (Ifes)”.
Além das reivindicações do sindicato nacional, os docentes da Univasf reclamam da sobrecarga de trabalho para coordenadores e subcoordenadores nos cinco campi; acessibilidade – transporte público não funciona nem para chegar nem para se deslocar dentro dos campi; maior autonomia na tomada de decisões de cada campus – alega que a centralização dificulta pequenas soluções dentro de cada unidade; implantação de posto de atendimento de emergência em cada campus, que atualmente não existe.
BA
Universidade Federal da Bahia (UFBA)
A reitoria aguarda a oficialização da greve dos docentes da UFBA para se pronunciar.
Nesta terça-feira, os professores vão fazer um referendo que irá decidir sobre a adesão à greve. Serão inseridas “mesas coletoras de votos” em parte das unidades da universidade, pelas quais os docentes filiados ao sindicato oficial irão se posicionar sobre a declaração de greve aprovada na Assembleia Geral do dia 29 de maio.
DF
Universidade de Brasília (UnB)
A UnB não sabe quantos alunos foram afetados. O calendário de atividades da graduação foi suspenso na última semana. Isso significa que, mesmo que um professor esteja em sala de aula, se um aluno aderir à paralisação e quiser repor aula depois, o professor vai ter que dar aula de novo. A suspensão do calendário foi uma decisão do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe).
Segundo a Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (AdUnB), a adesão é de quase 100%. O presidente da AdUnB disse que o reitor não recebeu a AdUnB para tratar da greve. Segundo o professor Ebnezer Maurílio Nogueira da Silva, a reitoria está "apática" e "não tem dialogado" sobre o assunto. A reitoria diz que reconhece o movimento dos docentes.
ES
Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes)
Segundo a administração da Ufes, do total de 1.717 professores, 65% aderiram à greve. A administração não sabe precisar quantos alunos foram afetados. Em nota, a universidade fiz que reconhece as reivindicações dos docentes. "A Ufes vem se empenhando fortemente na sua expansão e fortalecimento, buscando, desta forma, dar respostas às demandas crescentes da sociedade no que tange à formação de pessoas e ao desenvolvimento do conhecimento científico, tecnológico e cultural."
85% dos professores aderiram à greve, segundo a Associação dos Docentes da Ufes (Adufes). As principais reivindicações dos professores são a restruturação do plano de carreira dos profissionais e a destinação de 10% do PIB para a educação. Eles também pedem melhorias na estrutura dos campi, tanto no que diz respeito às salas quanto aos equipamentos.
GO
Universidade Federal de Goiás (UFG)
A reitoria está na expectativa do início da greve dos professores. A UFG possui cerca de 30 mil alunos só na graduação, fora especializações, mestrado, doutorado e educação à distância.
A Associação dos Docentes da Universidade Federal de Goiás (Adufg) decidiu, em reunião da diretoria executiva na manhã desta terça-feira (4) acatar o indicativo de greve para o dia 15 de junho, deliberado pela Federação de Sindicatos de Professores de instituições Federais de Ensino Superior (Proifes). A decisão será avaliada em um plebiscito marcado para o dia 12.
MA
Universidade Federal do Maranhão  (UFMA)
A assessoria de comunicação da UFMA informou que o posicionamento da entidade sobre reivindicações é o mesmo do Ministério da Educação (MEC). A universidade não informou quantos alunos estão afetados pela greve.
A adesão da UFMA à greve aconteceu em 14 de maio. Segundo a Associação dos Professores da UFMA, seção sindical do Andes (Apruma), em todos os campi da UFMA, na capital São Luís, Imperatriz, Bacabal, Chapadinha, Pinheiro e Codó, os professores paralisaram as aulas – total ou parcialmente, chegando a um percentual de 90%. Os docentes pedem reformulação do piso salarial, hoje de R$ 551, inclusão de gratificações aos vencimentos em caráter irrestituível e melhoria das condições de trabalho, limitação de no máximo 30 alunos por turma; a quantidade de 12 horas aulas para contratos de 40 horas; e que as eleições, na UFMA, sejam realizadas dentro do prazo regimental.
MG
Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)
A assessoria da UFTM informou que 65% de professores estão em greve e 50% dos alunos sem aula. Quanto às reivindicações, a Reitoria está aguardando as negociações da pauta nacional. No curso de medicina, as turmas, até o sétimo período estão, completamente, sem aulas. Só os períodos onde os alunos fazem residência, permanecem com aulas normais.
De acordo com o representante do comando de greve da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), Bruno Curcino, em média, 70% do corpo docente aderiu à greve. Na instituição os cursos foram divididos em cinco grupos. Três deles contam com mais de 90% de adesão dos professores. Outros dois grupos tem 55% de paralisação.
MG
Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
A UFU informou que é favorável ao movimento e inclusive divulgou uma moção de apoio em maio desse ano: "O Conselho Universitário da UFU reconhece o estado de greve dos docentes e dos estudantes. Além disso, é sensível às reivindicações pautadas e refuta qualquer cerceamento à livre expressão de docentes, técnicos e discentes."
De acordo com o representante do comando de greve da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Aurelino José Ferreira Filho, 52% do corpo docente aderiu à greve, iniciada no dia 17 de maio e ainda sem previsão de retorno. Hoje, a universidade conta com 1.649 professores ativos. Após a greve dos professores da UFU, os alunos da instituição também aderiram à paralisação, no dia 25 de maio. Por isso, aproximadamente 70% dos 22 mil estudantes dos diversos campi da universidade estão parados, de acordo com o Diretório Central dos Estudantes (DCE).
MG
Universidade Federal de Viçosa (UFV)
O G1 entrou em contato com a reitoria da universidade mas não obteve retorno.
O G1 entrou em contato com a associação dos professores da UFV (Aspuv) mas não obteve retorno.
MG
Universidade Federal de Lavras (Ufla)
O G1 entrou em contato com a reitoria da universidade mas não obteve retorno.
O G1 entrou em contato com a associação dos professores da Ufla (Adufla) mas não obteve retorno.
MG
Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop)
O G1 entrou em contato com a reitoria da universidade mas não obteve retorno.
Segundo o sindicato, 95% dos professores estão paralisados. A universidade está praticante fechada. Além das da pauta nacional, a categoria faz reivindicações de infraestrutura, de vigilância e outras variações. A principal é a reestruturação de carreira porque querem que haja impacto no reajuste salarial.
MG
Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ)
Segundo a universidade, os 12 mil estudantes estão sem aulas. A reitoria apoia os direitos dos grevistas e considera legítimas as reivindicações dos professores.
O G1 entrou em contato com a associação dos professores da UFSJ (Adfunrei) mas não obteve retorno.
MG
Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM)
Houve uma reunião do Conselho Universitário na última sexta-feira e a reitoria apoiou a greve. A Moção de Apoio à Greve dos professores será entregue nesta segunda-feira (4) ao Comando Local de Greve. Não há informações sobre número de estudantes atingidos nem sobre número de docentes em greve.
O G1 entrou em contato com a associação dos professores da UFVJM (Sindfafeid) mas não obteve retorno.
MG
Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG)
O G1 entrou em contato com a direção do Cefet-MG mas não obteve retorno.
O sindicato segue a reivindicação nacional, mas tem uma questão particular sobre a transformação do Cefet-MG em universidade. A paralisação atinge todos os seus 11 campi. Houve 100% de adesão do corpo docente, em todos os níveis de ensino: técnico, graduação e pós-graduação.
MG
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
A reitoria da UFJF afirma que não vai se pronunciar sobre a greve.
Segundo a Associação dos Professores de Ensino Superior de Juiz de Fora (Apesjf), que responde pela UFJF e pelo IF Sufeste MG, cerca de 85% de professores estão em greve nas duas instituições. Quanto aos estudantes, em torno de 20 mil alunos estão sem aula em ambas instituições. Os professores seguem as reivindicações nacionais.
MG
Instituto Superior do Sufeste de Minas Gerais (IF Sudeste MG)
O G1 entrou em contato com a direção do instituto mas não obteve retorno.
MG
Universidade Federal de Alfenas (Unifal)
A reitoria da Unifal diz que está aguardando e acompanhando a negociação entre o Ministério do Planejamento e o Comando Nacional da Greve.
Mais de 90% do Corpo Docente entrou em greve. A Unifal possui atualmente 367 docentes. Dos 5.535 alunos da instituição, cerca de 10% continuam tendo atividades curriculares, 90% estão parados.
MS
Universidade Federal de Grandes Dourados (UFGD)
A UFGD informa que não é possível dizer qual qual a porcentagem do corpo docente que entrou em greve porque mesmo durante a paralisação, os servidores assinam a folha de ponto. A instituição tem 6 mil alunos.
O G1 entrou em contato com a associação dos professores da UFGD (Adufdourados) mas não obteve retorno.
MT
Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT)
A greve teve adesão de 100% dos professores da graduação, afetando  19.385 alunos. “Há a necessidade de revisão das questões básicas de carreira dos docentes e rediscutir a progressão de carreiras”, disse o vice-reitor Francisco Dutra.
De acordo com o membro do comando local de greve, Antônio Carlos Máximo, o percentual de adesão à greve é de mais de 90%. Os quatro campi da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) estão com as atividades paralisadas.
PA
Universidade Federal Rural da Amazonia (Ufra)
O G1 entrou em contato com a direção da Ufra mas não obteve retorno.
O G1 entrou em contato com a associação dos professores da Ufra (Adufra) mas não obteve retorno.
PA
Universidade Federal do Pará (UFPA)
A greve tem adesão de 80% dos docentes, e mais de 52 mil alunos estão sem aulas. Segundo a reitoria, "a UFPA garantirá o funcionamento, o mais normal possível, das atividades da Instituição".
Os professores pedem implantação de políticas de segurança pública na universidade, a liberação do terreno para construção da Casa do Professor, a regulamentação do transporte coletivo para professores no interior do estado, e a criação de creche universitária para a comunidade acadêmica.
PA
Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa)
O G1 entrou em contato com a direção da Ufopa mas não obteve retorno.
O G1 entrou em contato com a associação dos professores da Ufopa (Sindufopa) mas não obteve retorno.
PB
Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
A universidade tem 40 mil alunos, mas não se sabe exatamente quantos estão sendo afetados pela greve. A reitoria disse que não se posiciona sobre a greve e que o sindicato discute diretamente com o Governo Federal.
O Conselho Universitário (Consuni) emitiu uma moção de apoio ao movimento grevista nas instituições federais de ensino superior do país.
De acordo com o Sindicato dos Docentes da Universidade Federal da Paraíba (AdufPB) a adesão está entre 90 e 95% dos professores.
Os professores reclamam do inchaço que a universidade sofreu depois da implantação do Reuni, uma vez que não havia estrutura suficiente para suportar a demanda dos novos cursos e alunos.
 
PB
Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
O G1 entrou em contato com a direção da UFCG mas não obteve retorno.
Segundo o professor Washington Farias, suplente da diretoria da AdufCG e membro comando de greve, a universidade aderiu ao Reuni e o projeto de expansão foi desenvolvido sem sistematização, de modo que o funcionamento dos cursos e campi ficaram precários. Houve aumento de alunos por turma e, como consequência, sobrecarga dos professores, além de falta de material de trabalho e salas adequadas.
PE
Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
Em nota, o Conselho Universitário diz que as reivindicações dos servidores docentes e técnico-administrativos relativas a salários e carreiras são muito importantes, reconhece a greve dos docentes e manifesta-se pela necessidade de diálogo e negociação efetiva entre o Governo Federal e as representações sindicais.
A associação dos docentes (Aduferpe) não tem um levantamento da adesão dos professores à greve. A universidade tem 33.408 estudantes.
PE
Universidade Federal Rural  de Pernambuco (UFRPE)
A universidade tem 15 mil alunos e mil professores.A reitoria afirma que reconhece e apoia as reivindicações dos professores. A UFRPE afirma ainda que, em momento posterior, serão tomadas todas as providências para sanar problemas que possam vir a acontecer como consequências da greve.
Segundo o sindicato, 95% dos professores adeririam à greve. A categoria afirma que tem laboratório desmantelado, prédio novo que não pode ser ocupado porque está rachado. Prédio de matemática em que construíram fosso de elevador e não cabe o elevador. E a biblioteca do campus de Garanhuns terá que ser demolida antes de ser inaugurada por causa da infiltração.
PE
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
O Conselho Universitário reconhece a greve dos docentes e manifesta-se pela necessidade de diálogo e negociação efetiva entre o Governo Federal e as representações sindicais. A universidade tem 33.408 estudantes.
 
O sindicato de professores não informa quantos docentes aderiram à greve. O comando local planeja ir aos departamentos nos próximos dias conscientizar professores que ainda não aderiram ao movimento.
PI
Universidade Federal do Piauí (UFPI)
Aulas na graduação estão parcialmente paradas, mas as aulas do ensino a distância e da pós-graduação seguem normalmente. A universidade não sabe a porcentagem de adesão à greve porque não há ponto para professores. São mais de 20 mil alunos.
A greve conta com 90% de adesão dos professores, segundo o presidente da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Piauí (Adufpi), Mario Angelo de Meneses Sousa. Além da pauta nacional, eles reivindicam melhores condições de trabalho.
PI
Instituto Federal do Piaui (IFPI)
De acordo com o pró-reitor de ensino, Paulo Henrique Lima, o instituto tem 14 mil alunos e cerca de 700 professores em 11 campi. Quatro deles estão funcionando em 100%, diz ele. Outros cinco tiveram mais da metade das atividades paralisadas pelos professores.
95% dos professores dos sete campi em greve, segundo o presidente do Sindicato dos Docentes do IFPI (Sindifpi), Marconis Fernandes Lima. Além da pauta nacional, reivindicam melhores condições de trabalho e democratização da gestão.
PR
Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Segundo a UFPR, 20 mil estudantes estão sendo prejudicados com a greve. A universidade analisa a questão do limite das horas-aula e diz que a média é de nove horas-aula por professor. Para tentar resolver este e também os problemas de infraestrutura, a UFPR montou uma comissão que vai rever todo o Regimento Interno. O Conselho Universitário aprovou um manifesto a favor das solicitações da categoria já na paralisação de 2011.
De acordo com a Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná, 80% dos docentes aderiram à mobilização. Além da pauta nacional, os professores também reivindicam limite de 12 horas-aula para os professores que possuem dedicação exclusiva, com 40 horas semanais. Isso, de acordo com a APUFPR, para garantir os trabalhos na área de extensão e pesquisa.
PR
Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)
De acordo com a assessoria de comunicação da UTFPR, quase 100% dos professores estão em greve. Os 9,5 mil alunos da instituição são afetados pela paralisação.
Entre as reivindicações estão a contratação de mais professores efetivos com a abertura de novas vagas para docentes, considerando a expansão da universidade e a atual sobrecarga de trabalho; limite máximo de 12 horas por semana (para docentes com dedicação exclusiva e com regime de trabalho de 40h) e 10 horas (para professores com regime de trabalho de 20h) e de 16 horas a 18 horas para professores substitutos.
PR
Universidade de Integração Latino-Americana (Unila)
Estimativa é de que 90% dos professores estão em greve. As aulas nos laboratórios continuam e o curso completo de ciências biológicas não teve as atividades paralisadas. A Unila tem 1,2 mil alunos e a estimativa é que também 90% deles estejam sendo afetados com a greve.
De acordo com a presidente da Associação de docentes da Unila (Adunila), Gisele Ricobon, a categoria pede a institucionalização da universidade, de um regimento interno, a descentralização administrativa e infraestrutura para avaliação dos alunos, já que a universidade é recente. Eles pedem também a avaliação do plano de carreiras dos professores.
RJ
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
O G1 entrou em contato com a reitoria da UFFRJ  mas não obteve retorno.
Os professores da Universidade Federal do Rio de Janeiro deliberaram em assembleia pela interrupção das atividades por tempo indeterminado. A greve começou no dia 22 de maio.
RJ
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio)
A greve na Unirio começou no dia 17. A reitoria não tem informações sobre a adesão à greve.
O G1 entrou em contato com a associação dos professores da Unirio mas não obteve retorno.
RJ
Universidade Federal Fluminense (UFF)
O Conselho Universitário da UFF decidiu apoiar a greve e aprovou a indicação de suspensão do calendário acadêmico-escolar, em assembléia realizada no último dia 30. Com isso, atividades acadêmicas realizadas a partir da efetivação da suspensão não serão reconhecidas pela instituição.
O G1 entrou em contato com a associação dos professores da UFF mas não obteve retorno.
RJ
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
A reitoria da UFRJ não tem um número atual da adesão à greve. Há duas semanas, no início da greve, a adesão de professores era de 40%. A reitoria ainda vai esperar uma avaliação do quanto a universidade foi afetada e aguarda para ver como será a adesão do corpo administrativo, que entra em greve nesta terça-feira (5).
Os professores querem melhores condições de trabalho após a expansão das universidades federais. Segundo a Adufrj, o aumento de vagas para alunos não foi acompanhado pelo aumento do número de docentes, o que causou uma sobrecarga aos professores. Na Faculdade de Direitotem professores dando aulas para 120 alunos em uma sala.
RN
Universidade Federal do Semi-Árido (Ufersa)
A greve atinge 100% dos docentes. São quase 6 mil alunos sem aulas. O reitor renunciou no dia 31 para disputar eleições municipais. Um vice-reitor assumiu interinamente até agosto.
Segundo a associação de professores, não há aulas nos campi de Angicos, Mossoró, Pau dos Ferros e Caraúbas.Os professores reclamam da falta de laboratórios e de docentes do quadro permanente.
RO
Universidade Federal de Rondônia (Unir)
A Unir está com 90% dos professores parados. Hoje a universidade conta com 647 docentes. A paralisação atinge todo o estado. A reitoria se mostra solidária ao movimento dos docentes.
A associação de docentes da Unir diz que a categoria pleiteia melhores condições de trabalho, plano de cargos e carreira, e melhorias na infraestrutura da universidade.
RR
Universidade Federal de Roraima (UFRR)
A instituição afirmou que não irá se pronunciar sobre a greve.
O G1 entrou em contato com a associação dos professores da UFRR mas não obteve retorno.
RS
Universidade Federal do Rio Grande (FURG)
A greve atinge 85% dos professores. Servidores e alunos também estão em greve. A reitoria reconhece o movimento. Cerca de 10 mil estudantes estão sem aulas.
Os professores reclamam da infraestruitura precária da universidade, que quase duplicou o número de alunos, nos últimos anos, mas não houve contratações de professores e funcionários no mesmo ritmo. A biblioteca é insuficiente para atender a demanda dos alunos.
RS
Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
Quase 27 mil alunos estão sem aulas. Dirigentes da UFSM reconhecem como justas as reivindicações de professores e de servidores, e se comprometem a fazer gestão junto à Andifes, Ministério da Educação e segmentos políticos gaúchos.
A paralisação chega a 40% dos docengtes. Nas unidades da UFSM em Frederico Westphalen e Palmeiras das Missões a paralisação é de 100% dos professores. Na unidade de Santa Maria, a principal, a paralisação é parcial. O sindicato reclama das instalações da faculdade, como a falta de laboratórios e a dificuldade no pagamento do auxílio transporte para professores que trabalham em outros municípios.
RS
Universidade Federal do Pampa (Unipampa)
Professores dos 10 campi da Unipcampa aderiram à greve. Segundo a reitoria, 90% das atividades estão paradas, afetando 9,7 mil alunos.
Segundo o sindicato, está sendo elaborada uma pauta de reinvindicações que será discutida em assembléia e entregue ao reitor da universidade.
SE
Universidade Federal do Sergipe (UFS)
Segundo o reitor da UFS, Josué Modesto dos Passos Subrinho, todos os 106 cursos de graduação estão sem aula, mas os projetos de pesquisa funcionam normalmente. Estão sem aulas 23 mil alunos dos cursos de graduação.
A Associação dos Docentes da Universidade Federal de Sergipe (Adufs) diz que adesão é de 90%. No dia 12 haverá uma assembleia para discutir as reivindicações dos professores.
SP
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
Segundo a reitoria, a greve atinge 100% dos docentes dos 6 campi da Unifesp (Baixada Santista, Diadema, Guarulhos, Osasco, São José dos Campos e São Paulo. Todos os alunos foram afetados. 
o Comando Local de Greve calcula entre 70 e 80% a adesão. Estudantes de 5 dos 6 campi da Unifesp também deflagraram greve. Os professores pedem valorização da carreira docente, maior financiamento para educação e políticas de acesso a permanência estudanti.
TO
Universidade Federal do Tocantins (UFT)
A reitoria reconhece a greve que atinge quase todo o quadro docente. A UFT tem 904 professores e 15.062 alunos. Alunos entraram em greve pedindo o cancelamento do calendário acadêmico.
O G1 entrou em contato com a associação dos