Após
ser picado por uma aranha radioativa, o franzino Peter Parker recebe a força e a
agilidade proporcionais às de uma aranha, além de um sentido que permite
fazê-lo pressentir o perigo. História, criada por Stan Lee e Steve Ditko no início da década
de 1960, reside em um Jovem Nerd, extremamente impopular no colégio, alvo de bullies, e sem as ferramentas
sociais que lhe valeriam uma namorada, amigos ou um lugar no grupo.
Parker , passa a ter que equilibrar sua vida pessoal com
o seu alter-ego, o Homem-Aranha,
prejudicando ambas as identidades. Não estuda direito, não é um herói direito,
não tem dinheiro, mas adquire confiança, não abaixa a cabeça e sabe o que deve
ser feito, buscando um futuro melhor não apenas para si, mas para o mundo em
que está inserido.
Esse Peter Parker é o espelho da adolescência idealista,
que enfrenta confusões e mudanças, um personagem que resiste ao teste do tempo
sem grandes alterações há 50 anos.
Aqui
começa a história do nosso Herói Aracnídeo, 10 anos se passaram, desde o
primeiro filme do Herói, protagonizados por Tobey Maguire em 2002, superando
todas as expectativas dos fãs, em efeitos especiais, história comédia, e ação
no tempo certo. Hoje temos o Reboot, da franquia, pois por causa de uma discussão
do diretor (Sam Raimini) da trilogia original, com a Sony, decidiu sair da
produção de o homem aranha, levando consigo, todo o elenco tradicional, conhecido
e amado por todos, nesta nova versão o Diretor Mark Web (500 Dias com ela),
produção muito boa, diálogos muito bem elaborados, mas no entanto o filme
deixou a desejar, em alguns pontos.
1 A
trilha sonora do filme – Lembro-me muito bem de quando criança ao ver o 1 filme
do homem aranha, a trilha sonora, foi bem impactante, pois pela Trilha sonora,
a musica que se passa nas cenas de ação,
deixa o filme mais emocionante para quem o assiste. Já imaginou, assistir ao
filme do Superman, sem aquela famosa Música? Então, não seria a mesma coisa.
2 O
Rosto do Lagarto – que apesar de ter sido muito bem adaptado, não considero-o
digno do nome, pois as expressões estavam meio que muito humanas.
Focando-se
somente no filme, deixando de lado o fã de longa data, a experiência do começo
do longa é até agradável, Mesmo não sendo o que geralmente conhecemos, das Hqs,
e da trilogia, os personagens são ótimos, Mas o roteiro remendado de Alvin Sargent, James Vanderbilt e Steve Kloves exige uma carga
extra de suspensão de descrença (maior do que acreditar que alguém vira uma
aranha-humana ao ser picado) quando entram os elemento super-heróicos.
A
ciência, afinal, tem seus mistérios - e é poético e inspirador imaginar o que
não sabemos o que existe além da próxima esquina -, mas não dá pra aceitar que
Gwen Stacy, uma mera estudante colegial de 17 anos, por mais brilhante que seja
(e não vemos provas desse brilhantismo em momento algum), seja uma superestagiária-chefe
em um dos maiores laboratórios de pesquisa do mundo, cheia de responsabilidades
que serão a chave para a resolução da trama.
A história, portanto, depende
demais de coincidências convenientes para se manter em pé. Acompanhe: o pai de
Peter está relacionado ao cientista Curt Connors, que por sua vez é chefe de
Gwen Stacy, que estuda na mesma classe de Peter, que encontra a pasta de seu
pai que contém documentos indispensáveis à pesquisa de Connors, na qual Gwen
trabalha ativamente. Criando uma Teia, que liga todos os personagens, assim
como foi feito em o Homem Aranha 3, quando descobrimos que na verdade quem
atirou no tio do Peter, foi o Flint Marko, que se tornou o homem arreia.
O
filme deixa a desejar futuramente, assim como a trilogia do Baman Begins de
Chritopher Nolan, em que o processo de desenvolvimento do herói está
relacionado aos seus futuros inimigos. Acertaram em Cheio nos efeitos especiais, a Pancadaría entre homem aranha e Lagarto, estavam Definitivamente Proporcionais, assim como em os vingadores, As cenas de Destruição, estavam perfeitas, dignas de serem reconhecidas,reconheço que o espetacular homem aranha tem
produção
competentíssima, as cenas noturnas, são bastante nítidas e que busca usar a
técnica de maneiras pouco vistas no cinema estereoscópico, como em sequências
em primeira pessoa (pena que a trilhanão acompanhe...quando o filme acaba, nem
sabemos qual era a musica de ação) Nesse sentido, o resultado é ótimo e a ação
empolga em vários momentos, com a caracterização do personagem em termos
físicos mais fiel aos quadrinhos já vista nas telas. O herói se balança com
leveza, assumindo posições e saltos típicos das HQs, um equilíbrio decente e
satisfatório para a mal-desenvolvida história.
Por : Josué Calixto













